Tuesday, December 15, 2009

Música, música, que a todos toca!!! Mas nem todos se tocam...

Estava saindo da faculdade ontem, conversando com uns alunos a caminho do ponto de ônibus quando, de repente, um senhor maltrapilho começou a cantarolar "Sharing the night together", do Dr. Hook!! Num perfeito embromation, se deu ao luxo de rimar os... versos, digamos. 

Como estávamos parados para verificar umas notas, fiquei olhando para aquele quase mendigo... e totalmente estupefato. Mais pasmo ainda fiquei quando dois de meus alunos perguntavam por que eu parara o que estava fazendo.  Perguntei se não tinham notado o que acabara de acontecer. Negaram.

Falei: "Cara, o senhor cantarolou uma música bem antiga, flash-back, mesmo, se deu ao luxo de rimar e sem errar a melodia!! Nâo percebem o poder da música nas pessoas?!" "Não... nem nos demos conta...", responderam.

É... vida que segue, então. Nem soube o que dizer depois de tamanha surdez...

Sunday, May 17, 2009

Futebol - ópio ou ódio do povo? Obs 3

Bastante difundida, a máxima de Nélson Rodrigues (ou uma entra tantas suas), de que o futebol é o ópio do povo, ganha mais e mais volume e representação atualmente. E para a pior, infelizmente. O ópio começa a alimentar o ódio. E a nele se transfigurar. O que era para continuar a ser apenas a torcida por um time e, de resto, encarar a vitória ou derrota, bem como as brincadeiras dos vencedores, como coisa normal, virou questão de honra, algo que define ou definha a masculinidade e hombridade dos envolvidos na questão. Ok, isso não acontece há pouco tempo. Mas ganhou proporções nunca antes vista. E se times e governos não tomarem alguma providência, algo de bem pior poderá acontecer de uma hora para outra. Ainda que já anunciado diariamente.

Os distúrbios entre torcidas já são sabidos e mais que vistos pela televisão. Mas devemos observar como algumas atitudes diárias contribuem para manchar o que deveria ser uma atividade de natureza lúdica, brincalhona, mesmo, que é o ato de torcer por um time. Provocações e brincadeiras há muito já ultrapassaram os limites do aceitável. Alguns pensam que sua vida vai depender da vitória de seu time e derrota humilhante do time alheio.

Um exemplo aconteceu na decisão do Campeonato Carioca de 2009. Era domingo e eu estava em uma lan-house. Não acompanhando a decisão, pois o meu Vasco já estava fora do páreo. Mas o interessante foi ver que, após o goleiro rubro-negro Bruno defender um pênalti cobrado pelo atacante botafoguense Valdir Simões, um garoto que não devia ter mais do que 13 anos virou-se para quem quisesse e não quisesse ouvir dentro do recinto e bradou: "Aê! Eu torço pro (sic) Flamengo, rapá... não torço pra esse Botafogo, time de otário, não!"

De cara me veio uma vopntade de repreendê-lo. Mas não o fiz. Primeiro, porque não sou botafoguense. Segundo, porque não o conhecia. Terceiro, não cri que fosse adiantar alguma coisa. A falta de consciência - individual ou coletiva - não é reversível em poucas frases. Ao contrário, pode gerar mais e mais atitudes negativas. E como se diz a um rapaz nessa idade que ele está cometendo algo sociologicamente errôneo, pra dizer o mínimo?

E ninguém reagiu. Ainda bem. Como seria a melhor reação possível a uma sandice que é chamar de otário a qualquer botafoguense que estivesse na lan? E se implicasse no envolvimento de outras pessoas? E se houvesse violência? Não... o garoto certamente não pensou nisso. A intenção de deixar seu brado no ar veio em uma fração de segundos, numa explosão apaixonada por seu time, e no mesmo tempo viagou pelo ar. Em menos de um segundo ele poderia ter causado uma confusão daquelas dentro do estabelecimento. Mas ele nem sequer imaginou tal possibilidade. Como milhões de outros iguais a ele também não o fazem.

E tudo por que razão? Por torcer por um time cujos integrantes (iguais aos de tantos outros times) ganham salários altos e injustos para nem sempre honrar o esporte que praticam, muito menos a equipe que defendem. Certa feita, perguntei a um amigo meu - que já jogou futebol profissional - por que é que nós, peladeiros, sem salários ou garantias, médicos à disposição, seguros e afins, chutaríamos nossa própria mãe se ela estivesse dividindo uma bola na pelada, enquanto que, quem ganha 40, 50, cem mil reais não chega nem perto disso em termos de atitude. A resposta dele foi seca e sincera: "Exatamente por isso. Porque peladeiro não ganha cem mil reais."

Aquele garoto também não. Mas queria que ele soubesse disso.












Friday, May 01, 2009

Quatro expressões e o mundo seria melhor - OBS 2

    Sempre se diz que o uso mais frequente de quatro pequenas expressões poderia salvar o mundo de hoje. São elas: "por favor", "me desculpe", "com licença" e "obrigado". Realmente. Nunca foram tão necessárias essas pequenas pérolas como exatamente na sociedade atual. Isto porque, apesar de haver problemas tão urgentes a serem resolvidos e tanta mídia para divulgar possíveis soluções para os mesmos, ainda se corre o risco de ver tudo ir por água abaixo por não se utilizar essas expressões com cuidado e constância por elas (e por nós) merecidos.
    É louvável ver pelas ruas boas ações, como alguém ajudando um velhinho a atravessar a rua, a subir e descer dos ônibus etc. É sempre bom ver gentileza gerando gentileza, como uma vez disse o profeta que levava tal atitude em seu próprio nome. A forma de pensar e agir de algumas pessoas, no sentido de não se aborrecerem para não jogarem adrenalina fora ainda é tocante.
    Há, entretanto, pequenas (faltas) de atitudes a serem melhoradas. Não sei de onde vem minha impressão de que, para algumas pessoas, falar um "por favor", "com licença" ou um "obrigado" significa diminuição de sua dignidade. Quando chega a hora do "me desculpe", então... parece que a humilhação atinge patamares surreais. Dou o devido desconto àquelas que, ainda que pudessem e tivessem também de falar tais expressões, são tão distraídas que nem sabem onde fica o céu ou a terra. Mas que, ao mesmo tempo, não rasgam dinheiro... hehe
    Gosto de testar as pessoas numa forma... digamos... psicossocial. Por aí. De construir situações que as provoquem. Mas não sou inflexível. Muitas vezes desisto e deixo o fato seguir seu rumo. Coisas banais, como sentar no lado da cadeira que dá para o corredor em um ônibus. Certamente alguém diria que seria mais simples, e educado até, eu já me dirigir para o lado da janela. Mas não podemos esquecer que eu tenho o direito de querer sentar no corredor. De qualquer forma, algumas pessoas são capazes de chegarem e se postarem ao meu lado sem se manifestarem. Mas que agradecem e se sentam quando eu chego para o lado da janela. Fora os casos das que não gostam, mesmo, de se sentarem na janela, por que as outras simplesmente não pedem licença e tomam seu assento?
    Calçadas também são uma boa fonte de testes. Como geralmente estou sozinho, observo às vezes, que grupos de três, quatro pessoas lado a lado vêm em minha direção. A lógica do pensamento, para mim, é: eu estou em menor número e eles, numa formação alargada, teriam de se desviar de mim. Mas, às vezes, o que acontece é o contrário: eu tenho de me espremer junto à parede ou sair da calçada para que passe a caravana. Tudo bem. Meu dia e meu mundo não serão arruinados por isso. Mas por que as pessoas não observam tudo isso? Ou sou eu que observo demais? Eu chego para o lado. Um dia elas podem encontrar um que não o faça e ainda queira confusão por terem esbarrado nele.
    Esta é minha preocupação com essas observações. As pessoas estão tão distraídas pensando em si próprias ou em seu grupo que ignoram o restante, muitas vezes. E a distração é tanta que, quando agradeço a alguém por algo - como o rapaz que limpa os banheiros em shoppings (sim, eu agradeço e ainda cumprimento com um "bom dia", "boa tarde" ou "boa noite", afinal, se não fosse por ele, o banheiro estaria uma pocilga, diga-se) -, muitas vezes vejo espanto em sua expressão. Mesmo um cobrador (ou trocador) de ônibus às vezes fica espantado com um agradecimento. E não sou o único que agradece, pelo que vejo. Mas provavelmente ele esteja mais acostumado a ouvir reclamações do que agradecimentos. Alguns não chegam nem a responder. Mas aí não sei se pela surpresa ou falta de educação, mesmo.
    Agora, o pesadelo: o "me desculpe". Assumir a própria culpa ou erro em algum momento parece ser o que de pior existe atualmente em termos de comportamento. Parece que toda sua dignidade cai por terra ao agir assim. Pisar no pé de alguém, esbarrar em outro no shopping, furar fila ou usar o caixa errado do supermercado parecem ser atos que devem ser encarados como naturais e, portanto, sem nenhuma razão de serem censurados. Ou de seus praticantes terem de se desculparem. E brigas são geradas em boates porque algum descuidado cometeu a horrível falha de esbarrar em um pitboy. Mulheres batem-boca umas com as outras porque alguém esbarrou com a bolsa em uma loja lotada (essas bolsas "discretas" que mulheres sempre gostam, maiores que elas próprias).
   Uma vez chamei o fiscal de caixa para inocentar perante ele a operadora do caixa de dez volumes que, até sem graça, contabilizava as compras de DOIS carrinhos LOTADOS de um senhor que ainda estava longe dos 60 anos. Falei com ele que ela não poderia ser responsabilizada pelo ato errado daquele homem que acabou gerando reclamações de vários que também estavam na fila. E o que o homem fez? Uma cara feia e já foi argumentando que estava com pressa e outras coisas. Simplesmente o ignorei, porque também não adiantaria tentar conscientizá-lo ali, naquele momento, de que dois carrinhos lotados configuravam um cenário incompatível com sua pressa.
    E tão importante quanto pedir desculpas por algo a alguém, é aceitar o pedido feito por parte de quem errou. Estava eu à saída de um show de Lô Borges, no Rio, a conversar com o irmão deste, Telo, quando, ao levantar o braço direito, atingi em cheio o rosto de uma senhora que saía do show. Imediatamente pedi-lhe desculpas e até perguntei se a tinha machucado. Mas ela fez uma expressão de... sei lá... de "Como pode?!?! Você me atingiu!!! Atingiu meu roooostooo!!!", ou algo do gênero e saiu meneando a cabeça. Até o Telo demonstrou que não tinha entendido a atitude dela, mas... enfim, vida que segue.
    O que quero crer, no final das contas, é que as quatro expressões citadas ainda estão em franco uso na sociedade. E que falta apenas uma reafirmação diária mais veemente por parte de seus integrantes, no sentido de levar o uso delas a todas as situações. E, ainda, que o grupo dos que não as utilizam, ou não as aceitam, ou não as entendam é cada vez menor. E tem de ser assim, caso contrário, ainda nascerá o sol do dia em que as pessoas andarão pelas ruas umas esbarrando nas outras para não pedirem licença, para se reafirmarem perante... bem... perante algo que certamente ainda existirá apenas em suas mentes: seu próprio pedestal.

Thursday, April 30, 2009

A VIDA JÁ É UM ROQUE... OBS 1

   Concluí que a vida já é um roque. Ou um rock, como queira. Daí, a partir de hoje serão postadas aqui observações sobre esse nosso roquinho de cada dia. Se ajudar em alguma coisa, rOcK...
    E hoje, como observo que sempre acontece com vizinhos, ainda que com o personagem central tenha sido a primeira vez, em mais uma oportunidade de vizinhança, notei a sociofobia que ronda nossos prédios residenciais.
    Já é sabido que ninguém sabe o nome do vizinho de porta do prédio onde mora. Você sabe? Ok, é a exceção que confirma a regra. Mas precisa-se realmente da sociofobia que toma aqueles com quem dividimos corredores?
    Tudo bem que no elevador se siga a regra de cumprimentar, bom dia, boa tarde, boa noite e, logo depois, emendar papo sobre o tempo, sempre observando a regra oculta de que não é permitido entreolhares, sendo todos obrigados a olhar o mostrador de andares. Ou, na ausência deste, deve-se olhar para o chão. Ou para o celular, novo recurso "afasta-papo" à disposição da humanidade e que será alvo de post posterior.
     Não entendo também a regra oculta - quase lei - de que, ao descerem do elevador para saírem pela portaria, os vizinhos - ou condôminos - não poderão deixar o prédio e continuar o papo: sempre um deve se adiantar, jogar um bom dia para o porteiro pegar no ar e, aí sim, sair ligeiro pelo portão. O interessante é que sempre quem sai correndo deixa o portão aberto, como gentileza para quem vem atrás. Ou seja, sabe que o vizinho de prédio com quem dividira a viagem no elevador está ainda vindo. Ou seja II, a missão: Indiretamente, está dizendo que não quer continuar a conversa porquê:
1- Estava desinteressado em qualquer papo
2- O que ficou para trás não passa de um chato
3- Está apressado
4- Tem medo de conversar
5 - t.r.a. (todas as respostas acima)
    Mas hoje percebi uma nova modalidade: tenho novos vizinhos. Um casal e um filhinho recém-nascido. Legal! Ótimo! A vida continua! E a sociofobia também... Pela manhã, ao sair, eles chegavam, tendo a esposa entrado primeiro, com o bebê no colo, e o marido ficado pra fechar a porta. Mesmo tendo passado apressado, virei rapidamente o rosto, falei "Bom dia" e continuei meu caminho. Mas em velocidade suficiente para notar a expressão de espanto do rapaz, que arregalou os olhos, falou "Bom dia", mas olhou... para cima!!!! E fechou logo a porta, com cara de "Nos descobriram!!! E agoraa???!!!!" rsrs. Vai entender...
    Estranho? Isto porque nem falei sobre os antigos vizinhos, que, se notassem que eu estava saindo ao mesmo tempo que eles, voltavam, encostavam a porta, olhavam por uma pequena fresta e, só então, saíam. Às vezes eu voltava, só de sacanagem, fingindo ter esquecido algo, só para obrigá-los a me cumprimentarem... hehe

Tuesday, July 15, 2008

FOUR STRONG WINDS - NEIL YOUNG

Alguns dias penso em uma música e não a tiro da cabeça. Daí, em casa, não faço nada antes de ouvir uma versão específica dela, se eu tiver mais de uma. No caso de Four Strong Winds, não me canso de ver a versão para a qual coloquei o link. Tio Percival tinha acabado de sair do aneurisma e ido participar do Live 8. Ele e Pegi. Ele, Pegi, um violão e Four Strong Winds soprando em meio à multidão.

http://www.youtube.com/watch?v=wzcH87Yxjok

FOUR STRONG WINDS

Think I'll go out to Alberta,
Weather's good there in the fall.
I got some friends that I can go to working for,
Still I wish you'd change your mind
If I asked you one more time,
But we've been through that a hundred times or more.
Four strong winds that blow lonely,
Seven seas that run high,
All those things that don't change, Come what may.
If the good times are all gone,
And I'm bound for moving on.
I'll look for you if I'm ever back this way.
If I get there before the snow flies,
And if things are looking good,
You could meet me if I send you down the fare.
But by then it would be winter
Not too much for you to do
And the wind sure can blows cold way out there
Four strong winds that blow lonely,
Seven seas that run high,
All those things that don't change, Come what may.
If the good times are all gone,
And I'm bound for moving on.
I'll look for you if I'm ever back this way.
Still I wish you'd change your mind
If I asked you one more time,
But we've been through that a hundred times or more.
Four strong winds that blow lonely,
Seven seas that run high,
All those things that don't change, Come what may.
If the good times are all gone,
And I'm bound for moving on.
I'll look for you if I'm ever back this way.
I'll look for you if I'm ever back this way.
I'll look for you if I'm ever back this way.

Wednesday, March 12, 2008

THE WHO é considerada a banda mais "louca" do rock

Nada de que não soubéssemos...

Devido aos constantes excessos de álcool e drogas, brigas no palco e outras coisas que todos 'ooligans conhecem de datas, horas, minutos e segundos, THE WHO foi considerada a banda mais louca de todos os tempos. A constatação foi feita em pesquisa realizada por uma filial da BBC em Londres.

Quer saber? Acho que loucos somos nós, que corremos atrás de tudo quanto é som feito pelos caras... rsrsrsAbaixo, o link com a notícia, que li no site Rock on Line, do portal Terra. É passada, já, mas só li hoje. Na verdade, é de 2004 rsrsrs, mas ninguém precisa saber, né?

Long Live Rock!!!

http://territorio.terra.com.br/canais/rockonline/noticias/ultimas.asp?noticiaID=3650

Monday, September 03, 2007

Tinha de algo sair errado, pra variar...

Onde se lê "seus público", leia-se "seu público", doravante, ok?
eheh

NY, o Percival - cuidadoso para com o show no Rock in Rio III




Vendo uma Rolling Stone americana antiga, de 2001, aqui nos meus alfarrábios, eis que encontro uma matéria sobre ensaios do Neil Young e do Crazy Horse se preparando para o Roquinrrio 3, de 2001, em que eles se apresentaram. Daí, resolvi traduzir e postar aqui como primeiro de todos. Acho que comecei bem. Antes tarde do que nunca, já dizia o velho deitado.

Neil Young and Co.

Numa maneira perfeccionista, Neil Young alugou um teatro em São Francisco, o Warfield Theater, por uma semana inteira, para se aquecer e ensaiar para um show no Rock in Rio III. Depois de colocar seus velhos compatriotas no passo por dois penosos dias, Young decidiu abrir os ensaios para seus público, vendendo ingressos cinco horas antes do show por duas noites seguidas. A despeito de boatos sobre um cancelamento de última hora devido a uma séria gripe, Young, parecendo quilos mais magro, subiu lentamente ao palco e abriu fogo, mandando ver os pontos mais altos de 40 anos de carreira, incluindo "Cinnamon Girl" e uma versão pesada e cheia de feed-back e "Like a Hurricane". Entre os presentes até a última nota estavam Dustin Hoffman, Mike Gordon (Phish) e Les Claypool (Primus). "É impressionante ver Neil lá em cima se jogando de uma lado para o outro, mandando um som de guitarra gordo, cabeludo e monstruoso", disse Claypool. "É altamente estimulante ver alguns veteranos tocando adiante com toda essa energia", completou.
Pois, é. Artista sério é isso aí. O cara tem quatro décadas de carreira, mais do que a idade de muita que foi vê-lo e ainda ensaia por uma semana pra um show num país onde nunca tinha se apresentado. E ainda toca dois BIS, espantado com a recepção à sua celebração. Sim, porque show fez o resto. O dele foi algo muito além.
Enquanto isso, vêm uns teco-tecos da vida e querem 543 toalhas, só repórteres assim, assado, não falam sobre isso, sobre aquilo e cantam (?!) com a maior má-vontade possível.
A era ainda não acabou...